É com grande alegria que compartilho com vocês mais uma publicação minha, na Revista Trama do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Arte e História da Cultura do Mackenzie, onde discorro sobre O Caminho do Herói, Mitologia pessoal, Sherazade... e como trabalhar com mitos e contos em Arteterapia, boa leitura!
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Arteterapia e mitologia criativa*
Patrícia Pinna Bernardo
_Patrícia Pinna Bernardo
"A necessidade de declarações míticas é satisfeita quando concebemos uma visão do mundo que explica de forma satisfatória o sentido da existência humana no cosmo, uma visão que surge de nossa totalidade psíquica, da cooperação entre o consciente e o inconsciente. A falta de sentido inibe a totalidade da vida e,portanto, equivale à doença. O sentido torna um monte de coisas suportável – tudo talvez. Nenhuma ciência irá algum dia substituir o mito, e o mito não pode ser criado por nenhuma ciência. Pois não é que “Deus” seja um mito, mas que o mito é a revelação de uma vida divina no homem" (JUNG, 1994)
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RESUMO -
A perspectiva mito-hermenêutica, em sua interface com a psicologia analítica, fundada por C. G. Jung, e com a arteterapia, ajuda-nos a compreender o sentido que podem adquirir as atividades artísticas, quando colocadas a serviçode proporcionar à alma uma linguagem por meio da qual ela possa exprimir-se, fornecendo-nos uma fundamentação teórica que embasa a utilização de diferentes recursos arteterapêuticos nos campos terapêutico, pedagógico e preventivo, promovendo a saúde mental. Tentando construir pontes entre nossa história de vida e a trama coletiva na qual ela está inserida, começamos a trabalhar sobre nossa mitologia pessoal. Com isso, podemos encontrar grandes padrões universais, reconhecendo-nos nas tramas mitológicas e reconhecendo-as em nossas histórias vivenciadas. Perceber-nos como parte dessa totalidade nos enriquece como seres e nos coloca como cidadãos do Universo, como partícipes dessa grande sinfonia cósmica à qual trazemos nosso “tom”.
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Palavras-chave: mitologia criativa, arteterapia, psicologia analítica, mito-hermenêutica, saúde mental.
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*Artigo publicado pela Revista Trama Interdisciplinar - Revista do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Arte e História da Cultura, Vol 1, No 2 (2010)
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A perspectiva mito-hermenêutica, em sua interface com a psicologia analítica, fundada por C. G. Jung, e com a arteterapia, ajuda-nos a compreender o sentido que podem adquirir as atividades artísticas, quando colocadas a serviçode proporcionar à alma uma linguagem por meio da qual ela possa exprimir-se, fornecendo-nos uma fundamentação teórica que embasa a utilização de diferentes recursos arteterapêuticos nos campos terapêutico, pedagógico e preventivo, promovendo a saúde mental. Tentando construir pontes entre nossa história de vida e a trama coletiva na qual ela está inserida, começamos a trabalhar sobre nossa mitologia pessoal. Com isso, podemos encontrar grandes padrões universais, reconhecendo-nos nas tramas mitológicas e reconhecendo-as em nossas histórias vivenciadas. Perceber-nos como parte dessa totalidade nos enriquece como seres e nos coloca como cidadãos do Universo, como partícipes dessa grande sinfonia cósmica à qual trazemos nosso “tom”.
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Palavras-chave: mitologia criativa, arteterapia, psicologia analítica, mito-hermenêutica, saúde mental.
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*Artigo publicado pela Revista Trama Interdisciplinar - Revista do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Arte e História da Cultura, Vol 1, No 2 (2010)
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Leia o texto completo no link:http://www3.mackenzie.br/editora/index.php/tint/article/viewFile/3116/2619
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Ou o solicite pelo meu e-mail: pat.pinna@uol.com.br
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