
A Psicologia Analítica de C. G. Jung:crescimento psíquico e transcendência
INSCRIÇÕES: ALUBRAT- São Paulo – Fone: (11) / 5083-1159 / 9344-7778E-mail: saopaulo@alubrat.org.br
Estão todos convidados!
"Se me quiserem amar, terá de ser hoje, amanhã estarei mudada." (Lya Luft)
RESUMO:
Atualmente, estamos num momento de mudança de paradigma, movido pela crise do racionalismo positivista que separa as luzes das sombras, que contrapõe o sujeito ao objeto, desembocando numa neutralidade desumanizadora. Na educação, esse modelo de ciência refletiu-se na separação quase irreconciliável da teoria da prática, afastando o conhecimento do auto-conhecimento, a crítica da auto-crítica, a razão da sensibilidade, o eu do outro.
Durante séculos privilegiou-se a percepção e o pensamento abstrato, desconsiderando-se a subjetividade, o imaginário, a arte e as emoções como fonte e processo de conhecimento e aprendizagem. Em resposta à fragmentação do saber surge a necessidade de pensar o homem e o processo de produção e transmissão de conhecimentos numa perspectiva simbólica, que contemple a complexidade do ser e que viabilize novas práticas pedagógicas que promovam o desenvolvimento global da personalidade e que contemplem uma perspectiva ético-estética da existência.
Ao se trabalhar com recursos vivenciais e artísticos no contexto escolar, pode-se aliar a consciência matriarcal à patriarcal no processo pedagógico, o que pode ser um caminho para a integração do conhecimento ao auto-conhecimento, possibilitando o resgate da noção de sujeito em sua dimensão renovadora e criativa.
Dados do livro:
Título: EDUCAR COM ARTETERAPIA
propostas e desafios
ORGANIZADORA: GRACIELA ORMEZZANO
244 páginas ISBN/COD. BARRAS: 978-85-7854-122-4 Preço: R$ 42,00
Os textos que compõem esta coletânea abarcam um leque bastante amplo dos processos educativos: os de educação formal, comprometidos com o sistema educacional institucionalizado e hierarquicamente estruturado, que se estendem desde a educação de crianças até a pós-graduação; os de educação não formal, que atendem aos situados à margem do sistema de ensino e se dirigem a promover a inclusão daqueles que o sistema escolar pode ter marginalizado; e os de educação informal, em que o fazer educativo está subordinado ou indiferenciado de outros processos sociais.
Nesse sentido, podemos entender que todo processo terapêutico é um processo educativo informal, porque não surge como algo distinto e predominante na ação, não possui um contorno nítido especificamente educativo e se dá de maneira difusa ou espontânea. A Arteterapia é extremamente inclusiva e pode oferecer algumas saídas para os novos desafios do campo educacional.