“Educar não será reprimir, mas ao contrário exprimir, liberar. Também não é imprimir, mas ao contrário, fazer brotar, fazer emergir... Menos ainda seria formar, impondo uma forma; ao contrário, seria desentranhar do mais fundo do ser a sua própria forma. Com efeito, o verbo educar vem do latim educere, e significa tirar fora, levar fora, extrair, desentranhar. Educar o homem significa portanto desentranhar a forma humana de dentro do prórpio homem, extraindo e revelando a sua própria e íntima essência.” (Ysé Tardan-Masquelier
UMA ABORDAGEM CIRCULAR DO CONHECIMENTO NA FORMAÇÃO DO ARTETERAPEUTA
A interação com os aspectos simbólicos relacionados aos 4 elementos e às 4 funções da consciência: Pensamento, Sentimento, Intuição, Sensação, através de atividades expressivas, realizadas no contexto pedagógico, promove o crescimento global do aluno, bem como uma aprendizagem significativa.
Tendo isso em vista, numa Pós-graduação em Arteterapia, é imprescindível que as disciplinas ministradas possam contemplar os vários aspectos do ser humano, buscando-se um equilíbrio entre essas 4 funções em sua Proposta Pedagógica, instaurando-se um diálogo interdisciplinar que não perde de vista o ser humano em sua integralidade e singularidade.
Com isso, ao final do curso (incluindo a prática supervisionada), espera-se que o aluno possa sintetizar o que foi vivenciado, aplicado e aprendido em sua produção científica, integrando teoria e prática numa atuação que envolva tanto uma visão ampla e aprofundada dos recursos que poderá utilizar em seu trabalho quanto condições de aplicá-los com ética e preparo emocional para tal (sendo essa a nossa proposta e prática na Pós-graduação em Arteterapia e em Arteterapia Aplicada da UNIP).
Do ponto de vista da Psicologia Simbólica junguiana, psique e mundo são instâncias indissociáveis: a nossa psique é a via de acesso a todo conhecimento. Como a consciência nasce do substrato inconsciente que está na base da realidade contextualizada, não pode ser desconectada do tecido coletivo que lhe deu origem, pois é nele que está enraizada, extraindo dessa dimensão o alimento, em forma de energia psíquica veiculada pelos símbolos, para constituir-se e expandir-se.
Por isso, os conteúdos teóricos abordados na formação do arteterapeuta podem e devem ter o seu potencial simbólico resgatado, conjugando razão e emoção, teoria e prática, na criação de um conhecimento integrado ao autoconhecimento, útil e compromissado com a vida.
O conhecimento que inclui em sua perspectiva a dimensão simbólica da existência e abarca sua multiplicidade, ganha ao mesmo tempo densidade e leveza, clareza e mistério, simplicidade e complexidade, e acima de tudo vida, sensualidade, profundidade, sabor, perfume e cor, consistindo-se numa revelação da sabedoria da psique.
Quando compreendemos que somos parte de um grande tecido cósmico, podemos participar com consciência e ética da sua confecção, colocando assim a Arte a serviço da Vida, o que se traduz na prática da Arteterapia...
Tendo isso em vista, numa Pós-graduação em Arteterapia, é imprescindível que as disciplinas ministradas possam contemplar os vários aspectos do ser humano, buscando-se um equilíbrio entre essas 4 funções em sua Proposta Pedagógica, instaurando-se um diálogo interdisciplinar que não perde de vista o ser humano em sua integralidade e singularidade.
Com isso, ao final do curso (incluindo a prática supervisionada), espera-se que o aluno possa sintetizar o que foi vivenciado, aplicado e aprendido em sua produção científica, integrando teoria e prática numa atuação que envolva tanto uma visão ampla e aprofundada dos recursos que poderá utilizar em seu trabalho quanto condições de aplicá-los com ética e preparo emocional para tal (sendo essa a nossa proposta e prática na Pós-graduação em Arteterapia e em Arteterapia Aplicada da UNIP).
Do ponto de vista da Psicologia Simbólica junguiana, psique e mundo são instâncias indissociáveis: a nossa psique é a via de acesso a todo conhecimento. Como a consciência nasce do substrato inconsciente que está na base da realidade contextualizada, não pode ser desconectada do tecido coletivo que lhe deu origem, pois é nele que está enraizada, extraindo dessa dimensão o alimento, em forma de energia psíquica veiculada pelos símbolos, para constituir-se e expandir-se.
Por isso, os conteúdos teóricos abordados na formação do arteterapeuta podem e devem ter o seu potencial simbólico resgatado, conjugando razão e emoção, teoria e prática, na criação de um conhecimento integrado ao autoconhecimento, útil e compromissado com a vida.
O conhecimento que inclui em sua perspectiva a dimensão simbólica da existência e abarca sua multiplicidade, ganha ao mesmo tempo densidade e leveza, clareza e mistério, simplicidade e complexidade, e acima de tudo vida, sensualidade, profundidade, sabor, perfume e cor, consistindo-se numa revelação da sabedoria da psique.
Quando compreendemos que somos parte de um grande tecido cósmico, podemos participar com consciência e ética da sua confecção, colocando assim a Arte a serviço da Vida, o que se traduz na prática da Arteterapia...

Mistério? Sim. Isso não se esclarece... se profundiza.”
(Marcos Ferreira Santos)
Um comentário:
Palavras para expressar esses momentos?!...
Onde buscá-las?!...
somente nela... na poesia!!!
RENASCIMENTOS
Romper, nascer...
Perceber o ser no amanhecer,
buscando reviver e rever
expectativas, buscas e sonhos...
Olhar o mundo à sua volta,
ouvir as cantigas que dão voltas.
Cheirar os cheiros que inebriam,
levando ao encontro de sonhos que denunciam...
o amor e a dor...
o peso e a leveza...
o ardor e a frieza de um mundo que...
encanta e amedronta!
Seduz e induz!
Para onde? Para o quê?!
Para formas, contornos e entornos...
Para voos loucos...
Para pousos doidos...
Para gritos surdos...
Para romper e... renascer!
Profa. Lídia (em seus momentos arteterapêuticos!)
Um beijão em todas as parceiras dessa tribo maravilhosa!!!!
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